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"Bartleby, o escrivão", de Herman Melville

Ao ler “Bartleby, o escrivão”, o leitor fica curioso em saber mais do personagem tão excêntrico. A história é narrada por um advogado, dono de um escritório, que começa a explicar como conheceu Bartleby. Primeiro apresenta seus funcionários e suas manias peculiares, pois Nippers pela parte da manhã tem um temperamento efusivo, mas a tarde fica gentil; e Turkey agia de modo semelhante, mas ao contrário: pela manhã era cortês e gentil, e à tarde era, como o próprio narrador o descreve, insolente. Mas o que o levaria a continuar empregando esses homens tão estranhos? Podemos julgar o caráter dele pelo modo que trata Bartleby. É um homem paciente, e que gosta de ver o lado positivo e lucrativo das coisas. O terceiro empregado é um menino, aparentemente normal. Mas quando conhece Bartleby, a história beira o absurdo. Não sabemos o seu nome, só que era advoga e idoso quando começou a contar quem era Bartleby.
“Preferia não fazê-lo” é uma frase que será repetida várias vezes, e que fará parte…

O animal mais perigoso de todos, de Gary L. Stewart

O lobo das planícies, de Conn Iggulden

Livro revela os segredos de um dos principais intelectuais do nazismo e relata a saga para encontrar seu diário, que ficou desaparecido por mais de seis décadas

Fenômeno de autor romeno, “O livro dos espelhos” chega ao Brasil

Quatro estações, de Stephen King

A definição do amor, de Jorge Reis-Sá

Um romance autobiográfico sobre a morte de uma figura paterna

O poderoso chefão

Nunca mais tivemos amigos como os que tínhamos aos 11 anos de idade. Mas quem tem?

Aposentado cria projeto social de incentivo à leitura no interior de Pernambuco